quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O espectro do seu ego

Fez de mim um anexo

Eu, desconexo e cego,

Fiz de ti, o meu esmero


E de esmeros e anexos

Entediei-me no processo

Debutei em seu recesso

Relutante em ser seu eros


Intrépido

Frenético

As vezes patético, patético


Mas não esqueço seus versos

Tu me presenteou com o poético

E fez do cacto, lírios inéditos 

Para SEU UNIVERSO,


Caótico, belo

Com doce mistério

Te espero, espero, espero...

4 comentários:

Camila Márcia disse...

Tava sentindo falta da sua poesia...

Lindo poema, como sempre!

BJS

Felipe Pauluk disse...

Rapaz... você realmente é um poeta do amor escondido, do obscuro...
Sabes debruçar suas palavras secretas nas entrelinhas...
Parabéns..Amigo

Ju Fuzetto disse...

Uma caixa de versos. Sonhos, predição de futuro incerto!

Demais. bjo

Vanessa Souza Moraes disse...

Um anexo?

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http://vemcaluisa.blogspot.com/